quinta-feira, 28 de setembro de 2017
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Errante vivente
não coordenei o oi com o sorriso;
fui péssimo
não comemorei com o meu amigo;
ainda péssimo
nem sei porque ninguém convidei;
que péssimo
já sei no que me especializei:
na primeira impressão fiquei
me escondo no meu couro
não, eu não sou de ouro
apenas pedra sedimentar
ocupado em não me esfarelar
não sei onde por as mãos
então, meto os pés
não sei pra onde olhar
então, vejo tudo
sei que deve-se escutar
um pouco aprendo
sei que devo me aplicar
mas não pertenço
que bom que um dia volto a ser árvore
então, eu cresço, eu cresço
fui péssimo
não comemorei com o meu amigo;
ainda péssimo
nem sei porque ninguém convidei;
que péssimo
já sei no que me especializei:
na primeira impressão fiquei
me escondo no meu couro
não, eu não sou de ouro
apenas pedra sedimentar
ocupado em não me esfarelar
não sei onde por as mãos
então, meto os pés
não sei pra onde olhar
então, vejo tudo
sei que deve-se escutar
um pouco aprendo
sei que devo me aplicar
mas não pertenço
que bom que um dia volto a ser árvore
então, eu cresço, eu cresço
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
terça-feira, 18 de julho de 2017
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Duas sabedorias
De águas, de terra e folhas,
já se sabia antigamente.
De teclas, máquinas e coisas,
menos se sabe agora.
O corpo não mudou tanto;
muda sempre o pensamento.
A inquietação de mudar
fez um mundo sobre outro.
Era um mundo de sabedoria já.
É um mundo de sabedoria vã.
Não queremos morrer como pássaro frágil.
Nós queremos chegar fortes na morte.
Cobrindo o mundo natural com nosso asfalto,
vamos completar a corrida sem abalos.
Movimentamos o ciclo com barreiras,
pois é preciso superar sempre.
Não basta ficar de papo pro ar,
a observar o vento, enquanto se respira.
Nosso intento, não sei onde escrito,
é de dominar as lufadas nunca antes vistas.
já se sabia antigamente.
De teclas, máquinas e coisas,
menos se sabe agora.
O corpo não mudou tanto;
muda sempre o pensamento.
A inquietação de mudar
fez um mundo sobre outro.
Era um mundo de sabedoria já.
É um mundo de sabedoria vã.
Não queremos morrer como pássaro frágil.
Nós queremos chegar fortes na morte.
Cobrindo o mundo natural com nosso asfalto,
vamos completar a corrida sem abalos.
Movimentamos o ciclo com barreiras,
pois é preciso superar sempre.
Não basta ficar de papo pro ar,
a observar o vento, enquanto se respira.
Nosso intento, não sei onde escrito,
é de dominar as lufadas nunca antes vistas.
terça-feira, 4 de julho de 2017
sexta-feira, 30 de junho de 2017
terça-feira, 27 de junho de 2017
AGT
me olhei de fora
mas não me lembro
o corpo estava em outro lugar
não tenho que explicar
não me viram fugir
as pessoas estavam la•
eu fui sem sair
eu fiquei por mais tempo
do que já desejei
a memo¶ria e§ coisa pra ficar
mas na¢ quero mais lembrar
daquele branco ta≤ escuro
mas não me lembro
o corpo estava em outro lugar
não tenho que explicar
não me viram fugir
as pessoas estavam la•
eu fui sem sair
eu fiquei por mais tempo
do que já desejei
a memo¶ria e§ coisa pra ficar
mas na¢ quero mais lembrar
daquele branco ta≤ escuro
sexta-feira, 23 de junho de 2017
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