quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Bifurcação
Eu sou as dúvidas
Você me faz perguntas
O nosso relacionamento não responde
Me observe
Estou andando em direção à minha luz
Esse meu sol pode te cegar
Talvez este seja o caminho
Talvez não seja o nosso
Mas eu tenho que caminhar
Sou feito de dúvidas
Eu vou perguntar
Quero sair do lugar
Observe os seus pés
Para que eles te servem
Não servem para mim
Posso te emprestar os meus sapatos
Mas eu tenho que perguntar
Vão te servir?
Você me faz perguntas
O nosso relacionamento não responde
Me observe
Estou andando em direção à minha luz
Esse meu sol pode te cegar
Talvez este seja o caminho
Talvez não seja o nosso
Mas eu tenho que caminhar
Sou feito de dúvidas
Eu vou perguntar
Quero sair do lugar
Observe os seus pés
Para que eles te servem
Não servem para mim
Posso te emprestar os meus sapatos
Mas eu tenho que perguntar
Vão te servir?
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Uma carga da memória
Pesam os olhares que me seguem
então pesam as minhas pernas
se digo alguma coisa pesada
sei que alguém fica pra trás
mas a memória me persegue
Pensam que são os melhores
aqueles todos que estão vivos
se esforçam para serem assim
sabem que alguma coisa perdem
a memória é uma palmatória
Passam arrependidos por mim
curvados apenas por disfarce
o meu cajado não é pesado
pra me dar o poder de perdoar
a memória é metade da culpa
Queria uma nova oportunidade
poder usar um apagador na fala
errar faz um bem pra humildade
apagar faz remediar a memória
então pesam as minhas pernas
se digo alguma coisa pesada
sei que alguém fica pra trás
mas a memória me persegue
Pensam que são os melhores
aqueles todos que estão vivos
se esforçam para serem assim
sabem que alguma coisa perdem
a memória é uma palmatória
Passam arrependidos por mim
curvados apenas por disfarce
o meu cajado não é pesado
pra me dar o poder de perdoar
a memória é metade da culpa
Queria uma nova oportunidade
poder usar um apagador na fala
errar faz um bem pra humildade
apagar faz remediar a memória
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Pedido depois da vida longa
nem a urna funerária
nem as flores mortas me servem
nem mesmo a tumba serve de vaso
pois já nada planto para crescer
me marquei com a raiva
e isso prova que vivi
vivi magoado
e me sentia vivo
foram mil e doze dores
e duas mil e dezessete alegrias
soltei gargalhadas a mais
sendo assim posso pedir risos in memoriam
nem as flores mortas me servem
nem mesmo a tumba serve de vaso
pois já nada planto para crescer
me marquei com a raiva
e isso prova que vivi
vivi magoado
e me sentia vivo
foram mil e doze dores
e duas mil e dezessete alegrias
soltei gargalhadas a mais
sendo assim posso pedir risos in memoriam
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Bem humano
digo isso pra ouvir aquilo
agrido mesmo sem grito
mesmo sussurrando
me distraio feliz
com outra pessoa
mas estou me procurando
admito por fora
o que por dentro me mata
vou acumulando
melhoro a cada dia
as horas eu conto
os minutos me descontando
nem entendo a dor
nem a troca da abelha
e da flor
nem sei sentir
sem pensar no QI
me sinto bem humano
agrido mesmo sem grito
mesmo sussurrando
me distraio feliz
com outra pessoa
mas estou me procurando
admito por fora
o que por dentro me mata
vou acumulando
melhoro a cada dia
as horas eu conto
os minutos me descontando
nem entendo a dor
nem a troca da abelha
e da flor
nem sei sentir
sem pensar no QI
me sinto bem humano
terça-feira, 10 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
O distraído
O distraído não sofre
Somente sofre a morte
Sem saber
Saber é morrer antes
Perecer no pensar
Apodrecer
O distraído não sabe
Só sabe que a sorte
É leveza do ser
Somente sofre a morte
Sem saber
Saber é morrer antes
Perecer no pensar
Apodrecer
O distraído não sabe
Só sabe que a sorte
É leveza do ser
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