sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Pedido depois da vida longa
nem a urna funerária
nem as flores mortas me servem
nem mesmo a tumba serve de vaso
pois já nada planto para crescer
me marquei com a raiva
e isso prova que vivi
vivi magoado
e me sentia vivo
foram mil e doze dores
e duas mil e dezessete alegrias
soltei gargalhadas a mais
sendo assim posso pedir risos in memoriam
nem as flores mortas me servem
nem mesmo a tumba serve de vaso
pois já nada planto para crescer
me marquei com a raiva
e isso prova que vivi
vivi magoado
e me sentia vivo
foram mil e doze dores
e duas mil e dezessete alegrias
soltei gargalhadas a mais
sendo assim posso pedir risos in memoriam
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Bem humano
digo isso pra ouvir aquilo
agrido mesmo sem grito
mesmo sussurrando
me distraio feliz
com outra pessoa
mas estou me procurando
admito por fora
o que por dentro me mata
vou acumulando
melhoro a cada dia
as horas eu conto
os minutos me descontando
nem entendo a dor
nem a troca da abelha
e da flor
nem sei sentir
sem pensar no QI
me sinto bem humano
agrido mesmo sem grito
mesmo sussurrando
me distraio feliz
com outra pessoa
mas estou me procurando
admito por fora
o que por dentro me mata
vou acumulando
melhoro a cada dia
as horas eu conto
os minutos me descontando
nem entendo a dor
nem a troca da abelha
e da flor
nem sei sentir
sem pensar no QI
me sinto bem humano
terça-feira, 10 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
O distraído
O distraído não sofre
Somente sofre a morte
Sem saber
Saber é morrer antes
Perecer no pensar
Apodrecer
O distraído não sabe
Só sabe que a sorte
É leveza do ser
Somente sofre a morte
Sem saber
Saber é morrer antes
Perecer no pensar
Apodrecer
O distraído não sabe
Só sabe que a sorte
É leveza do ser
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
A paciência que cura
Ah, meu couro cheio de balas
de raspão passa a minha sorte
eu que acredito em destino
sei que acreditar nada muda
nem trajetória, nem história,
e como mudar de couro
só se aplica às víboras,
uso o meu lento veneno
e me lambendo me curo.
de raspão passa a minha sorte
eu que acredito em destino
sei que acreditar nada muda
nem trajetória, nem história,
e como mudar de couro
só se aplica às víboras,
uso o meu lento veneno
e me lambendo me curo.
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Mais um erro
vou errar amanhã
ainda hoje
ou dentro de poucas palavras
vou tentar conviver comigo
até acertar o meu próprio umbigo
você já pode ir
sem olhar pra trás
não há momento certo
estou cansado de errar
o meu erro só existe
por você existir
pra julgar
ainda hoje
ou dentro de poucas palavras
vou tentar conviver comigo
até acertar o meu próprio umbigo
você já pode ir
sem olhar pra trás
não há momento certo
estou cansado de errar
o meu erro só existe
por você existir
pra julgar
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