tomo as suas mãos sujas
porque sei o quanto é bom dividir o banho
calo o seu praguejar com um beijo
num momento de tolerância pra nos surpreender
te abraço ao fim do duro dia
porque eu sei que o amanhecer é renovação
entre risos sopro o corte no seu dedo
que você insiste ser algo fatal
leio um livro de mantras
enquanto você escolhe o modelito da noite
apenas corto os legumes
e deixo você temperar pra te dar esse gosto
cedo a você a escolha do filme
só pra exercitar na mente um final só meu
te perdoo pelo ronco
se o seu vinho que tomamos era bom
aguento seu peso um pouco mais
pra cheirar um pouco mais o seu cabelo
Conviver depende da magia da compensação.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Preenchendo a vida de alguém
Depois de várias decepções amorosas, ele parecia ter encontrado uma verdadeira companheira.Fazia dois meses que eles se encontravam todas as noites, de uma maneira compulsiva que até o assustava, mas que o completava como ninguém havia feito antes.Nos finais de semana, eles passavam mais tempo juntos, naquele fogo sexual típico do começo dos relacionamentos.
Diferentemente das outras que ele havia conhecido antes, ela estava sempre disponível para satisfazê-lo.Os seus relacionamentos nunca haviam passado de alguns meses, mas agora ele sabia que seria diferente.Porque ela era diferente.Tinha uma meiguice no olhar, se comportava como ele gostava, tinha curvas que o instigavam, uma pele macia, estava sempre depilada totalmente - como aquelas garotas de filmes para adultos que ele havia assistido tantas vezes para sufocar a sua solidão.Porém, agora, ele não precisava mais desses filmes, nem de prostitutas, nem de outras mulheres; ele havia encontrado alguém que não reclamava das suas manias e que não o rejeitava.Alguém que o satisfazia sem pedir nada em troca.
Ela só precisava que ele a inflasse bem antes de cada encontro.
Diferentemente das outras que ele havia conhecido antes, ela estava sempre disponível para satisfazê-lo.Os seus relacionamentos nunca haviam passado de alguns meses, mas agora ele sabia que seria diferente.Porque ela era diferente.Tinha uma meiguice no olhar, se comportava como ele gostava, tinha curvas que o instigavam, uma pele macia, estava sempre depilada totalmente - como aquelas garotas de filmes para adultos que ele havia assistido tantas vezes para sufocar a sua solidão.Porém, agora, ele não precisava mais desses filmes, nem de prostitutas, nem de outras mulheres; ele havia encontrado alguém que não reclamava das suas manias e que não o rejeitava.Alguém que o satisfazia sem pedir nada em troca.
Ela só precisava que ele a inflasse bem antes de cada encontro.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Competição e fim
Nós formamos pares um após o outro.
Nascemos viciados em procurar e insistimos.
Se ganhamos ou perdemos, insistimos.
Nós nos ferimos aos pares.
E sentimos dor se ficamos sozinhos.
Nos elogiamos e trocamos juras quando tudo é fresco.
E então, competimos quando percebemos o jogo.
Mas jogar leva ao fim, pois quem joga quer vencer.
E a vitória separa o vitorioso do perdedor.
E isso já não parece mais amor.
Nascemos viciados em procurar e insistimos.
Se ganhamos ou perdemos, insistimos.
Nós nos ferimos aos pares.
E sentimos dor se ficamos sozinhos.
Nos elogiamos e trocamos juras quando tudo é fresco.
E então, competimos quando percebemos o jogo.
Mas jogar leva ao fim, pois quem joga quer vencer.
E a vitória separa o vitorioso do perdedor.
E isso já não parece mais amor.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Música e coração
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)





