segunda-feira, 23 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
A intenção
Se a água é cristalina não importa
Se a palavra foi usada de forma torta
Rancor!
Algumas palavras trazem algo que pesa
Mesmo se a intonação foi dada com leveza
Cão!
Não há correção na intenção já mostrada
Não há palavra que signifique um nada
Sífilis!
Pode-se entregar uma flor com todo ódio
Pode-se amar alguém até morrer de tédio
Piada!
O que se diz não diz nada, e sim como
No dicionário, palavras, paradas, um domo
Se a palavra foi usada de forma torta
Rancor!
Algumas palavras trazem algo que pesa
Mesmo se a intonação foi dada com leveza
Cão!
Não há correção na intenção já mostrada
Não há palavra que signifique um nada
Sífilis!
Pode-se entregar uma flor com todo ódio
Pode-se amar alguém até morrer de tédio
Piada!
O que se diz não diz nada, e sim como
No dicionário, palavras, paradas, um domo
sexta-feira, 20 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Escrever liberta
Mesmo tendo um trabalho que lhe dava flexibilidade nos horários, ela sentia que faltava alguma coisa.Ela era escritora de livros infantis, o que naturalmente, sugere coisas alegres e coloridas.Mas ultimamente ela não se sentia assim.O sentimento constante era de coisas obscuras e depressivas.Ela não sabia o que era mas sabia que precisava mudar.Talvez mudar de país.Ela já havia viajado para paraísos tropicais e isso sempre lhe fazia bem.Porém, era sempre algo temporário, já que a experiência como turista a limitava de entrar totalmente na cultura local e viver como parte integrante do lugar.
Ela precisava fazer algo pra ver uma luz no fim do túnel.O seu trabalho era de criatividade e ela não poderia perder isso.
Sendo assim, ela resolveu criar um blog só para desabafar, sem muita pretensão.Colocava ali tudo o que ela detestava nos seus dias escuros, e deixava as idéias felizes e ensolaradas para os seus livros.
Mas logo, começou a receber comentários interessantes de pessoas que entravam no seu blog.E descobriu que havia gente que realmente admirava o seu trabalho de escritora.Gente que vivia muito distante, em outros países, mas que entendia o que ela sentia.Gente que também tinha a necessidade de escrever.E descobriu que havia vida a ser vivida através da sua arte, muito além dos sete meses de escuridão que ela passava todos os anos vivendo na Finlândia.
Ela precisava fazer algo pra ver uma luz no fim do túnel.O seu trabalho era de criatividade e ela não poderia perder isso.
Sendo assim, ela resolveu criar um blog só para desabafar, sem muita pretensão.Colocava ali tudo o que ela detestava nos seus dias escuros, e deixava as idéias felizes e ensolaradas para os seus livros.
Mas logo, começou a receber comentários interessantes de pessoas que entravam no seu blog.E descobriu que havia gente que realmente admirava o seu trabalho de escritora.Gente que vivia muito distante, em outros países, mas que entendia o que ela sentia.Gente que também tinha a necessidade de escrever.E descobriu que havia vida a ser vivida através da sua arte, muito além dos sete meses de escuridão que ela passava todos os anos vivendo na Finlândia.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Como embebedar um gaitista:
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Um precipício
Havia o músico solitário que morava nas ruas,
marginalizado pelos caminhos onde foi empurrado
Havia o solidário que achava que sabia o que era felicidade,
enquanto buscava a sua tentando ajudar o solitário
Havia um precipício entre eles
Quando se vive muito intensamente alguma coisa,
pode acontecer de se acreditar que é só aquilo que existe
Um gritava de um lado, e o outro gritava do outro,
mas cada um só ouvia o eco do original
O solitário acreditava que as pombas batiam palmas pra ele ao voar
O solidário só acreditava nas palmas humanas
O solitário era feliz só sabendo que a música existe
O solidário queria ajudar o músico solitário a vender a sua música
Espelhos existem,
mas às vezes existe um precipício entre eles
marginalizado pelos caminhos onde foi empurrado
Havia o solidário que achava que sabia o que era felicidade,
enquanto buscava a sua tentando ajudar o solitário
Havia um precipício entre eles
Quando se vive muito intensamente alguma coisa,
pode acontecer de se acreditar que é só aquilo que existe
Um gritava de um lado, e o outro gritava do outro,
mas cada um só ouvia o eco do original
O solitário acreditava que as pombas batiam palmas pra ele ao voar
O solidário só acreditava nas palmas humanas
O solitário era feliz só sabendo que a música existe
O solidário queria ajudar o músico solitário a vender a sua música
Espelhos existem,
mas às vezes existe um precipício entre eles
sábado, 14 de abril de 2012
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