terça-feira, 22 de novembro de 2011
Sério?
- Perder a cabeça pode levar ao suicídio.
- Andar de nariz empinado sem tropeçar pode dar muito orgulho.
- Discutir a relaçao é começar uma briga com a melhor intenção do mundo.
- Chegar atrasado não é motivo pra perder tempo com desculpas.
- Não ligar no dia seguinte não quer dizer que o homem não serve pra casar, já que depois de casado, a mulher sabe que ele não vai ligar todo dia mesmo.
- Não valorizar a música orgânica é como consumir produtos orgânicos e sentir falta dos agrotóxicos.
- Abortar um livro é permitido caso haja risco para a árvore.
- Filosofar é a arte de ver um tijolo no chão e achar que ele fugiu de casa.
- Andar de nariz empinado sem tropeçar pode dar muito orgulho.
- Discutir a relaçao é começar uma briga com a melhor intenção do mundo.
- Chegar atrasado não é motivo pra perder tempo com desculpas.
- Não ligar no dia seguinte não quer dizer que o homem não serve pra casar, já que depois de casado, a mulher sabe que ele não vai ligar todo dia mesmo.
- Não valorizar a música orgânica é como consumir produtos orgânicos e sentir falta dos agrotóxicos.
- Abortar um livro é permitido caso haja risco para a árvore.
- Filosofar é a arte de ver um tijolo no chão e achar que ele fugiu de casa.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Acidente
A namorada desabafando com o namorado:
"Minha família se afastou de mim por que eu queria que tudo fosse perfeito!"
"Como assim?"
"Meu pai sempre bebeu e batia na minha mãe, e ela mesmo assim sempre o defendeu!Meu irmão parece muito com o meu pai e casou com uma mulher submissa que aceita o machismo dele!Quanto mais eu tentava intervir, mais eles se fechavam e tentavam se apoiar nas próprias vidas infelizes!"
"Acho que pelo menos em parte, as pessoas escolhem a vida que têm."
"É, mas eu queria o melhor pra todos!"
"Eu também queria o melhor pra minha família, mas mesmo assim eles se foram no acidente em que eu dirigia o carro!Eu sei que isso eu não pude escolher, mas talvez eu pudesse ter evitado!"
"Pare de se culpar!A gente já falou disso!Acidente é acidente!"
"Talvez a sua família não saiba que está causando um acidente e está te perdendo!"
"Minha família se afastou de mim por que eu queria que tudo fosse perfeito!"
"Como assim?"
"Meu pai sempre bebeu e batia na minha mãe, e ela mesmo assim sempre o defendeu!Meu irmão parece muito com o meu pai e casou com uma mulher submissa que aceita o machismo dele!Quanto mais eu tentava intervir, mais eles se fechavam e tentavam se apoiar nas próprias vidas infelizes!"
"Acho que pelo menos em parte, as pessoas escolhem a vida que têm."
"É, mas eu queria o melhor pra todos!"
"Eu também queria o melhor pra minha família, mas mesmo assim eles se foram no acidente em que eu dirigia o carro!Eu sei que isso eu não pude escolher, mas talvez eu pudesse ter evitado!"
"Pare de se culpar!A gente já falou disso!Acidente é acidente!"
"Talvez a sua família não saiba que está causando um acidente e está te perdendo!"
domingo, 20 de novembro de 2011
Consciência negra
No calendário vem em vermelho
Lembrando a cor do porrete
Só faz jus a cor do sangue
Igual ao capataz do açoite
Por que um dia destacado dos outros
Por que um dia mais consciente
Por uma história tão torta
Pelas costas ainda ardentes
Tantos Zumbis ainda pelas ruas
Cada morro um Palmar diferente
Tantas obras vergadas nos ombros
Pelas costas nada quentes
Um dia escolhido pra festa
Pra festejar o desigualmente
Colocado na sociedade
Que não vê a cor dos dentes
Um dia escolhido pra festa
Por que festejar é da gente
Lutar já é a semana toda
A cor do dia é indiferente
Chegamos ao ponto de separar
Um povo de seu continente
De usar a branca anticultura
E um deus branco onipresente
A história continua seguindo
Esse dia poderia estar ausente
Nas páginas brancas do livro
Escrito em cor de piche quente
Lembrando a cor do porrete
Só faz jus a cor do sangue
Igual ao capataz do açoite
Por que um dia destacado dos outros
Por que um dia mais consciente
Por uma história tão torta
Pelas costas ainda ardentes
Tantos Zumbis ainda pelas ruas
Cada morro um Palmar diferente
Tantas obras vergadas nos ombros
Pelas costas nada quentes
Um dia escolhido pra festa
Pra festejar o desigualmente
Colocado na sociedade
Que não vê a cor dos dentes
Um dia escolhido pra festa
Por que festejar é da gente
Lutar já é a semana toda
A cor do dia é indiferente
Chegamos ao ponto de separar
Um povo de seu continente
De usar a branca anticultura
E um deus branco onipresente
A história continua seguindo
Esse dia poderia estar ausente
Nas páginas brancas do livro
Escrito em cor de piche quente
sábado, 19 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
O otimista e o pessimista
O otimista disse:
"Tudo acontece por algum motivo, sendo que temos que passar por coisas ruins pra ter uma boa recompensa no final."
O pessimista retrucou:
"Não existe um final feliz pra tudo, além disso, quando as coisas parecem bem sempre acontece algo pra estragar!"
"Mas esse é o ciclo natural das coisas, tempestade e bonança infinitamente, por isso temos que saber aproveitar ao máximo os momentos bons!"
"Infinitamente não, porque no final nós morremos e a morte não pode ser coisa boa!"
"Ninguém tem certeza disso.E se a morte for melhor do que estar vivo?"
"Essa sucessão de coisas boas e ruins que acabam na nossa morte - e a morte ninguém sabe como é - faz a gente parecer fantoche, sem controle de nada!"
O otimista pensou um pouco e acrescentou:
"Talvez esse seja o melhor motivo pra gente não se preocupar tanto, já que não temos o controle!"
O pessimista, então, ergueu a sua taça e disse:
"Um brinde à nossa ignorância!"
E o otimista:
"Um brinde à ignorância que nos traz alegria!"
Baseado no ditado inglês "Ignorance is bliss"(Ignorância é alegria).
"Tudo acontece por algum motivo, sendo que temos que passar por coisas ruins pra ter uma boa recompensa no final."
O pessimista retrucou:
"Não existe um final feliz pra tudo, além disso, quando as coisas parecem bem sempre acontece algo pra estragar!"
"Mas esse é o ciclo natural das coisas, tempestade e bonança infinitamente, por isso temos que saber aproveitar ao máximo os momentos bons!"
"Infinitamente não, porque no final nós morremos e a morte não pode ser coisa boa!"
"Ninguém tem certeza disso.E se a morte for melhor do que estar vivo?"
"Essa sucessão de coisas boas e ruins que acabam na nossa morte - e a morte ninguém sabe como é - faz a gente parecer fantoche, sem controle de nada!"
O otimista pensou um pouco e acrescentou:
"Talvez esse seja o melhor motivo pra gente não se preocupar tanto, já que não temos o controle!"
O pessimista, então, ergueu a sua taça e disse:
"Um brinde à nossa ignorância!"
E o otimista:
"Um brinde à ignorância que nos traz alegria!"
Baseado no ditado inglês "Ignorance is bliss"(Ignorância é alegria).
Vivíamos sem tudo isso:
Senhas eletrônicas
Efeito estufa
Crimes Virtuais Bloquear pessoas
Usinas nucleares Alimentos transgênicos Preenchedores faciais
Cartões clonados Pseudo celebridades Bronzeamento artificial Música eletrônica
Efeito estufa
Crimes Virtuais Bloquear pessoas
Usinas nucleares Alimentos transgênicos Preenchedores faciais
Cartões clonados Pseudo celebridades Bronzeamento artificial Música eletrônica
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Placas explicativas
Sabe aquela placa que é encontrada em áreas de preservação ambiental?Algo do tipo: "Aqui nada se tira, a não ser fotos; nada se deixa, a não ser pegadas; nada se mata, a não ser o tempo; nada se leva, a não ser lembranças".Então, em outros lugares ela poderia ser redigida com algumas diferenças.Por exemplo:
- Num hospital público: "Aqui nada se tira, a não ser o sono da família; nada se deixa, a não ser macas no corredor; nada se mata, a não ser pacientes que não foram atendidos; nada se leva, a não ser a dignidade das pessoas".
- Numa câmara de vereadores: "Aqui nada se tira, a não ser sarro do povo; nada se deixa, a não ser o trabalho por fazer; nada se mata, a não ser adversários políticos; nada se leva, a não ser uma comissão por fora".
- Numa delegacia: "Aqui nada se tira, a não ser o direito do preso; nada se deixa, a não ser marcas no corpo; nada se mata, a não ser 'vítimas de fatalidades'; nada se leva, a não ser propinas".
- Numa repartição pública: "Aqui nada se tira, a não ser a paciência de quem está esperando; nada se deixa, a não ser pessoas sem informação; nada se mata, a não ser idosos na fila; nada se leva, a não ser uma eternidade pra ser atendido".
- Num hospital público: "Aqui nada se tira, a não ser o sono da família; nada se deixa, a não ser macas no corredor; nada se mata, a não ser pacientes que não foram atendidos; nada se leva, a não ser a dignidade das pessoas".
- Numa câmara de vereadores: "Aqui nada se tira, a não ser sarro do povo; nada se deixa, a não ser o trabalho por fazer; nada se mata, a não ser adversários políticos; nada se leva, a não ser uma comissão por fora".
- Numa delegacia: "Aqui nada se tira, a não ser o direito do preso; nada se deixa, a não ser marcas no corpo; nada se mata, a não ser 'vítimas de fatalidades'; nada se leva, a não ser propinas".
- Numa repartição pública: "Aqui nada se tira, a não ser a paciência de quem está esperando; nada se deixa, a não ser pessoas sem informação; nada se mata, a não ser idosos na fila; nada se leva, a não ser uma eternidade pra ser atendido".
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